A sensação de que o tempo está passando cada vez mais rápido é comum na vida moderna.
O Dia Nacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, é um momento importante para reforçar a conscientização, a inclusão e o respeito às pessoas com a condição.
A ansiedade relacionada ao uso das redes sociais é um fenômeno cada vez mais comum. A necessidade de estar sempre atualizado, responder rapidamente e acompanhar tendências cria uma sensação constante de urgência.
O chamado “medo de ficar de fora” — conhecido como FOMO — aumenta a pressão para estar sempre conectado. Esse comportamento pode gerar inquietação, dificuldade de concentração e até sintomas físicos, como tensão muscular e alterações no sono.
Entre adolescentes, a validação social tem um peso significativo. Comentários e curtidas passam a influenciar a percepção de valor pessoal. Em adultos, a comparação com padrões de sucesso e produtividade pode gerar frustração e autocobrança excessiva.
Estabelecer horários para uso das redes, silenciar notificações e praticar momentos de desconexão ajudam a reduzir o impacto emocional. A saúde mental precisa de limites claros.
Quando a ansiedade começa a interferir na rotina, buscar apoio profissional é essencial. Cuidar da mente é um ato de prevenção e respeito consigo mesmo.
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